Com 29 anos de carreira, o instrumentista, compositor e produtor portoalegrense Angelo Primon já atuou com artistas de várias tendências. Cláudio Levitan, Richard Serraria, Marcelo Delacroix, Arthur de Faria, Danny Calixto, Vanessa Longoni, Nei Lisboa, Adriana Deffenti, Mônica Tomasi, Marisa Rotenberg, Nico Nicolaiewski, Hique Gomez, Banda Bataclã FC, Lúcia Helena, Caíto Marcondes, Orquestra de Câmara da ULBRA (nos concertos: Clássicos do Rock I e II, Clássicos do Rock Gaúcho, Clássicos do Rock Nacional ao lado de Nazzy, André Mattos e Frejat, Magic Tour Beatles e Orquestra da ULBRA, Grupo vocal TAKT interpretam Clássicos do Queen), Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro, Banda Municipal de Porto Alegre ( Encontrabanda I e II), Gilberto Gil (Grupo Rumos no aniversário da Fundação Itaú Cultural – SP 2013) entre outros.

Atuou junto aos artistas uruguaios Samantha Navarro, Ana Prada, Natalia Pasarisa, Carmen Pi, Belén Cutury, Queyi (ESP), Daniel Drexler, Sebastián Jantos e Dany Lopez, com quem desenvolve projeto de música instrumental bi nacional.

Foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006 e 2008, sendo indicado para esta mesma categoria nos anos de 2000,2003, 2004, 2007 e 2009.

Recebeu o Troféu Açorianos 2011 na categoria de Melhor Arranjador MPB juntamente com Richard Serraria por Pampa Esquema Novo.
Já assinou trilhas para dança, teatro e cinema além de jingles publicitários.

Teve seu álbum de estréia “MOSAICO” premiado com o Troféu Claves do Sul – IEM(Instituto Estadual de Música) em 2004, Troféu Açorianos de melhor cd instrumental de 2004 e show do ano.

Atualmente é arranjador e co-produtor do compositor Richard Serraria em seu novo trabalho ainda em fase de gravação do CD.
Integrou por oito anos o grupo Cuidado que Mancha nos espetáculos “A família Sujo”, “Quem não dança balança a criança”, “A Mulher Gigante” e “Programa de Família”, em que se misturam música, sonosplastia e rádio-teatro, características principais do grupo dirigido por Raquel Grabauska e Gustavo Finkler.

É integrante do projeto Guitar Friends do produtor musical Tonho Meira. Projeto que visa ação musical como forma de inclusão e responsabilidade social. Participam deste projeto os músicos: Carlos Stein e Veco Marques (Banda Nenhum de nós), Richard Powell (artista solo), Marcelo Corsetti(artista solo), Hernán Gonzáles (Banda Vera Louca), Duca Leindecker (Cidadão Quem e Pouca Vogal) e Paulinho Supekóvia (Nei Lisboa e artista solo).

Foi um dos selecionados para o Projeto Rumos da Fundação Itaú Cultural na carteira Coletivo no biênio 2011/2012, formando e integrando o grupo Qu4trilho com Fernanda Cabral (DF), Denni Pontes (SP), Rafael Picollotto de Lima (SP) e direção de Walter Areia Jr (PE).

Juntamente com Matheus Kleber, Rodrigo Alquati, Marco Maia, Raquel Carneiro,Regina Machado, Débora Dreyer e Eduardo Alves montou e dirigiu o espetáculo“ OLHAR O MAR” apresentado dentro da programação do UNIMÚSICA. Com enfoque na música Açoriana e Portuguesa, apresentou-se no Salão de Atos da Reitoria da UFRGS em 2013 atingindo grande sucesso de público e crítica. Em 2015 entrou para a UFRGS como acadêmico no curso de Música – ênfase em Música Popular.

No primeiro semestre de 2016, arranjou e produziu o CD “Quintais do Mundo” da cantora e compositora Danny Calixto e finalizou a produção, direção e arranjos do CD “Mais tambor, menos motor” do músico Richard Serraria, que também utilizou este material discográfico como sustentação para projeto de Doutorado em Letras na UFRGS com enfoque no gênero Canção.

Em 2016 fundou o quarteto “Violas ao Sul”, juntamente com Valdir Verona (Caxias do Sul - RS), Mário Tressoldi (Tramandaí – RS) e Oly Júnior (Porto Alegre – RS). Um inédito encontro de violeiros que, a partir da sonoridade da viola de dez cordas, imprimem os sotaques das diversas regiões da porção sul do Brasil.
A música gaúchada Serra (Verona), a música do Litoral (Tressoldi), a viola com características de Blues (Oly) e a viola com elementos mouros (Primon) compõem uma diversidade de sonoridades e, ao mesmo tempo, uma confluência de linguagens.

Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, a viola de cocho e a rabeca, tanto em seus aspecto histórico-musicológicos como em performance.
Como decorrência de pesquisas instrumentais, aprimorou seus estudos em instrumentos “singulares” como parte integrante germinal da cultura ibero-brasileira.

O oud árabe, o surtarang e o sitar indiano são exemplos.
A partir das misturas destas diferentes vertentes instrumentais, atualmente está em fase de pré produção de seu novo trabalho autoral: “Angelo Primon –SOLAR”.